Conferência da Indústria Farmacêutica MSD – Diário Económico

A MSD organizou pelo décimo primeiro ano a Conferência da Indústria Farmacêutica com o Diário Económico, dedicada ao tema “Diferentes Perspetivas da Doença Crónica”.

A MSD tem uma longa história na doença crónica, tendo desenvolvido, nos últimos anos, um vasto trabalho e um conjunto de parcerias com diversas entidades públicas e privadas do setor da saúde, com o objetivo de contribuir para minimizar os impactos económicos e sociais da doença crónica nomeadamente nas áreas das Doenças Respiratórias, da Hipertensão Arterial, da Hipercolesterolemia e da Diabetes.

Assim, a MSD continua atenta à evolução do conceito de doença crónica mantendo-se comprometida com a Sociedade, com os Profissionais de Saúde e com os Doentes, no objetivo de ajudar a melhorar a vida humana, quer em número de anos de vida, quer em qualidade de anos vividos. É do conhecimento público que a inovação farmacêutica terá contribuído em cerca de 40% para o aumento da esperança média de vida, nas décadas mais recentes. Este é sem dúvida um dado muito positivo e que trouxe uma enorme esperança à Sociedade.

A MSD é uma empresa de investigação e de compromissos e, como tal, irá sempre pautar a sua atividade pelo desenvolvimento de moléculas inovadoras que aportam valor à vida das pessoas e, consequentemente promover o acesso dos doentes a essa inovação.

É importante relembrar que o custo mais elevado e o verdadeiro problema da sociedade é a doença e não o seu tratamento.

O professor Lichtenberg da Columbia University, apresentou nesta conferência os principais resultados do estudo “The Value of Pharmaceutical Innovation for Chronic Diseases in Portugal, 2002-2010”

  • As doenças com mais entrada de inovação terapêutica apresentam mais ganhos em saúde
  • Concretamente apresentam maior redução de mortalidade precoce e menor morbilidade medida por número de hospitalizações
  • Há uma correlação inversa entre o número de mortes precoces (<70 ou < 80 anos) e a entrada de novos medicamentos num período de tempo anterior – Quanto mais entrada de inovação, menor a mortalidade precoce
  • Assim, as estimativas indicam que em 2010:
    • Os medicamentos registados entre 1996-2004 reduziram em 141.300 anos de vida perdidos por doença antes dos 70 anos
    • Os medicamentos registados entre 1996-2004 reduziram em 192.028 anos de vida perdidos por doença antes dos 80 anos
    • Os medicamentos registados entre 1994-2002 reduziram em 26.645 anos de vida perdidos por doença oncológica antes dos 80 anos
  • É estimado que a inovação farmacêutica terá reduzido em 2% ano o número de hospitalizações por cada 100.000 habitantes
  • Tendo em conta estas estimativas e a despesa em 2010 com os medicamentos registados nos períodos analisados, o custo por cada ano de vida ganho é inferior a €6000 (valor bem inferior aos limiares típicos de custo-efectividade).

A Conferência da Indústria Farmacêutica MSD teve cobertura jornalística do Diário Económico e já está disponível online. Para assistir clique aqui,