O compromisso da MSD na área dos antibióticos não é de hoje: foi-o no passado, desde a produção da penicilina “G” e desenvolvimento da estreptomicina na década de 40; é-o no presente, com um portefólio alargado de antibióticos; sê-lo-á no futuro, com várias moléculas a serem desenvolvidas e estudadas para as mais variadas infeções.


INFEÇÕES BACTERIANAS

Até à descoberta da penicilina, várias das principais causas de morte associavam-se a infeções por bactérias, ao contrário do que acontece na atualidade. Contudo, devido à emergência de resistência das bactérias aos antibióticos, este paradigma poder-se-á alterar, fazendo que haja uma necessidade redobrada de alternativas terapêuticas.

As bactérias patogénicas, ao entrarem em contacto com o organismo humano, fazem com que o sistema imunitário entre em ação de forma a eliminá-las. Numa primeira fase, quase todas as infeções levam a uma resposta inflamatória, geralmente localizada e temporária. No entanto, quando este mecanismo de defesa não é eficaz, os microrganismos podem invadir o sistema sanguíneo ou linfático, levando a um estado de doença sistémica mais grave.

Antibióticos são medicamentos utilizados para o tratamento e prevenção de infeções causadas por bactérias, atuando através da sua destruição ou inibição do seu desenvolvimento. Não são eficazes contra vírus, como os causadores de comuns constipações ou gripe. A toma inadequada de antibióticos pode levar ao desenvolvimento de resistências pelas bactérias, o que constitui um sério problema de saúde pública.

A resistência aos antibióticos é atualmente uma realidade em todo o mundo e constitui um problema sério no tratamento das doenças infeciosas. Segundo o relatório britânico de 2016, estima-se que em 2050, se nada for feito, a resistência aos antibióticos seja responsável por mais de 10 milhões de mortes em cada ano no mundo inteiro, com um impacto cumulativo na economia mundial de 100 biliões de dólares.

O desenvolvimento de infeções causadas por bactérias resistentes associa-se a determinados fatores de risco, como:
• Internamento hospitalar prolongado (superior a 48 horas)
• História prévia de infeção
• Residência em instituições de saúde, como lares
• Toma recente de antibióticos
• Doentes diabéticos
• Doentes idosos

• Tome antibióticos de forma responsável e apenas quando prescritos pelo seu médico
• Respeite o conselho do seu médico em relação ao modo e momento corretos de tomar os antibióticos
• Não utilize “sobras” de antibióticos