Opinião


Dia Mundial do Doente: Um compromisso firme e duradouro da MSD para a pessoa doente
Por Pedro Marques
11 de Fevereiro de 2018

Desde a fundação da MSD a nossa história pode ser resumida em fazer o que é correto. Socorro-me frequentemente da frase de George Merck quando, em 1950, sublinhou que “tentamos nunca esquecer que a medicina é para as pessoas”. Esta frase continuava sustentando que a medicina não é para os lucros mas que estes surgem posteriormente se tivermos presente que as pessoas são a razão de ser da nossa existência; quanto mais tivermos isso presente mais sólida será a nossa resposta e também a empresa.

Firme a este propósito, que funciona para cada colaborador, tanto da GHH (Divisão de Saúde Humana), quanto da AH (Divisão de Saúde Animal), como uma espécie de mandamento ou princípio inspiracional, a MSD sempre se assumiu como uma das mais prestigiadas empresas biofarmacêuticas, fazendo da inovação, da pesquisa e da criação dentro da ciência aplicada aos seres vivos, para o presente e para o futuro, um mote que hoje está até consagrado na assinatura institucional da empresa: Inventing For Life.

Este compromisso, que tenho acompanhado com grande proximidade na GHH, reforça-se a cada dia, fortalecendo a nossa herança no campo da inovação e da pesquisa de novas respostas em medicamentos, vacinas e soluções de saúde para os problemas emergentes das pessoas no domínio da saúde e da doença, o mesmo é dizer no campo da prevenção (primária, secundária ou terciária) e do tratamento de patologias para as quais existe espaço e caminho para continuar a inovar, conferindo mais qualidade de vida, mais anos de vida e mais saúde para a civilização.

No seu discurso de 1950, George Merck questionou-se ainda relativamente a uma dúvida que persiste: “Como podemos trazer o melhor da medicina a todas e cada uma das pessoas?”. E respondia que é uma tarefa sem descanso e que persistiremos “até que o caminho tenha sido encontrado, com a nossa ajuda, para trazer a nossa melhor conquista a todos”.

Temos sido pioneiros e capazes de descobrir e disponibilizar novas moléculas e vacinas que respondem a necessidades não satisfeitas, alicerçados em sólidos valores éticos e morais, eivados de integridade e honestidade, fazendo dos nossos valores e normas os pilares que sustentam a construção do nosso sucesso.

Podemos sintetizar este nosso Código de Conduta como estando fundado em quatro grandes pilares: a ética e integridade, agindo com transparência e comportamento imaculado; a inovação e a excelência científica, comprometidos em melhorar a saúde e a qualidade de vida, de modo contínuo; o respeito pelas pessoas, num ambiente de diversidade, inclusão e solidariedade, recompensando adequadamente o empenho e o desempenho; os pacientes em primeiro lugar, com ações consentâneas com a nossa responsabilidade perante todos os que utilizam ou necessitam dos nossos produtos e serviços.

Deixei o capítulo dos pacientes, mais do que doentes, propositadamente para o final porque são, sem dúvida alguma, a razão da nossa existência e o substrato da nossa energia e paixão. São pacientes, alguns são doentes, outros são saudáveis; todos são, acima de tudo, pessoas e é para elas que trabalhamos porque, por mais voltas que demos, “Medicine is for the Patient”.

Os desafios da sociedade contemporânea são enormes.

Por um lado o envelhecimento da população em algumas zonas do Planeta, com especial acutilância também em Portugal, o que comportará, por si só, o aumento de doenças associadas ao envelhecimento.

Por outro, o aumento da esperança de vida e inerente necessidade de assegurar a sustentabilidade do sistema de saúde, procurando modelos de financiamento que abrangem diversos agentes da economia social e que podem até impactar no modelo de Estado Social, obrigando à tomada de decisões sobre as melhores opções a tomar, a procura ou invenção de um modelo que assegure justiça (também justeza), acesso, resultados e sustentabilidade.

São inúmeros e incontáveis os desafios. Todos eles acabarão por impactar na vida das pessoas, no ajuste dos sistemas de saúde dos países, no modelo de Estado Social e na forma como a indústria se ajustará e irá interagir. No final do dia são as pessoas, sempre as pessoas quem acabará por ser o destinatário final de todas as opções que vierem a ser tomadas. Façamo-lo com a consciência da sua verdadeira importância.

Pedro Marques é Diretor de External Affairs da MSD Portugal

Opinião


Responder ao Cancro com a vanguarda da ciência
Por Vitor Virgínia
04 de Fevereiro de 2018

No Dia Mundial de Luta contra o Cancro pretendo deixar uma mensagem de esperança. Os números globais de pessoas com cancro continuam, infelizmente, a traduzir uma tendência crescente. A luta contra esta doença é pessoal, nunca deixará de ser pessoal. Desde logo para os doentes e os seus entes queridos. Mas também é um combate próximo para quem dedica a sua vida a tratar e a desenvolver novos medicamentos. E nessa perspetiva assume contornos de doença cujo combate é uma causa de todos.

A MSD é uma companhia que aposta na descoberta. O mote Inventing for Life traduz um compromisso de inovação. E nesta área a novidade transformadora continua a ser premente.

Através de uma ciência visionária, hoje trabalhamos num novo conceito que incorpora uma revolução potencial no tratamento do cancro e no benefício decorrente para os doentes: a imunoterapia.

As autoridades portuguesas reconheceram tratamentos inovadores da MSD para cancros tão incidentes como o cancro do pulmão e melanoma, financiando a sua disponibilização nos hospitais do SNS. Esta foi uma decisão importante para fechar o ciclo de investigação e desenvolvimento que se completa, numa última etapa conjunta, e que consiste em disponibilizar o tratamento a quem dele necessita.

Reforço que em todo este processo a palavra colaboração é fundamental. Colaboração com os doentes, com as autoridades e com os profissionais de saúde.

Continuaremos focados na descoberta. É este o nosso compromisso.

Vitor Virgínia é Diretor-Geral da MSD Portugal

Opinião


MSD: uma tradição (renovada) de inovação no VIH
Por Vitor Virgínia
25 de Janeiro de 2018

Celebramos um marco relevante na história do tratamento para a infeção por VIH: passam 10 anos desde a aprovação do primeiro inibidor de integrase, uma década que releva de forma inequívoca trinta anos de compromisso da MSD nesta área.

Em meados dos anos 80 do século passado a MSD iniciou investigação clínica em VIH, como resposta ao que era na altura considerada uma potencial epidemia. Os cientistas da MSD estiveram entre os primeiros a descobrir e a desenvolver medicamentos para tratar o VIH, ajudando a contrariar as expectativas.

É hoje possível antever um futuro em que o VIH/SIDA é uma doença controlada, em grande parte pelos esforços desenvolvidos pela MSD. Desde que os primeiros tratamentos para o VIH ficaram disponíveis a MSD trabalhou para assegurar o acesso aos nossos medicamentos, para construir infra-estruturas de saúde e para responder a desafios colocados no mundo em desenvolvimento. É um trabalho inerente à natureza multinacional que nos caracteriza, conscientes da dimensão global deste problema e dos diferentes contornos que assume em função do nível distinto de desenvolvimento dos países, sendo que existe sempre algo em comum que nos move: os doentes.

Em Portugal temos assumido uma posição de compromisso com as pessoas que vivem com VIH e de parceria com os profissionais e as autoridades de saúde. Acreditamos que sermos respeitados e merecedores de confiança é a melhor forma de podermos reforçar, a cada dia, o nosso compromisso e as nossas prioridades que buscam a melhoria da qualidade de vida das pessoas portadoras de VIH.

Vitor Virgínia é Diretor-Geral da MSD Portugal

CORP-1247355-0000 02/2018