A MSD está a liderar o caminho para um futuro mais saudável com produtos que toquem a vida e melhorem o bem-estar das pessoas e das comunidades em todo o Mundo. A nossa ambição é sermos líderes em vacinação, conhecidos pela inovação, perícia, ética e dedicação à proteção das vidas de crianças, adolescentes e adultos. Toda a criança, mulher e homem merece estar a salvo de doenças preveníveis pela vacinação.

 


VACINAS

A MSD tem desempenhado um papel importante e determinante na história das vacinas. Estamos orgulhosos da riqueza do nosso património biotecnológico, que vem sendo construído há mais de um século, e do nosso histórico de fornecimento de vacinas bem toleradas e eficazes a milhões de europeus. O nosso portfólio de vacinas – para crianças, adolescentes e adultos – ajudou a prevenir uma série de doenças, incluindo a prevenção de doenças agora consideradas raras, como o sarampo e a papeira, assim como doenças que nunca antes tinham sido consideradas como passíveis de prevenção, das quais se destaca o herpes zoster (zona) e o cancro do colo do útero.

Estamos comprometidos e empenhados com a inovação médica e com projectos de colaboração que melhorem ainda mais a saúde e o bem-estar da população europeia, pela excelência dos nossos produtos, processos e parcerias.

A nossa prioridade é a saúde e o bem-estar de doentes e cidadãos. Ao salvarmos vidas estamos a assegurar um futuro saudável e promissor. Temos orgulho de ser uma companhia ágil e responsável, movida pelo entusiamos de colaboradores empenhados.

Europa na liderança

A Europa está no centro da investigação e produção global de vacinas. Cerca de 80% das vacinas produzidas na UE são exportadas para todo o mundo, com mais de 50% das exportações destinadas a grupos humanitários como a UNICEF, a PAHO (Pan American Health Organization) ou o GAVI (The Vaccine Alliance)1.

As vacinas são uma das medidas consideradas mais custo-efetivas em Saúde Pública, pois diminuem significativamente os custos relacionados com hospitalizações, tratamentos, incapacidade, surtos e perda de produtividade. As vacinas ajudaram a prevenir mais de 30 doenças infecciosas frequentes2 e salvam aproximadamente 3 milhões de vidas por ano, em todo o Mundo3.

Há mais de 100 anos que os cientistas da MSD têm vindo a descobrir e a desenvolver vacinas que ajudam a proteger crianças, adolescentes e adultos de uma série de doenças graves. Desde essa época que a MSD tem sido a casa de alguns dos maiores vacinologistas mundiais nesta área, incluindo o falecido Dr. Maurice Hilleman, o cientista e visionário que desenvolveu mais de 30 vacinas ao longo de sua notável carreira.

Todos os dias nos sentimos inspirados pelo nosso histórico de desenvolver vacinas eficazes que transformaram milhões de vidas e continuamos empenhados em encontrar respostas inovadoras para problemas de saúde urgentes.

As vacinas ajudam a proteger-nos de doenças induzindo de forma muito hábil a imunidade no nosso corpo. As vacinas apresentam ao nosso corpo uma substância inofensiva reconhecível como sendo uma ‘infeção’ – por exemplo, um vírus ou bactéria inativados.

Essa fórmula engana o sistema imunitário e induz o corpo a produzir anticorpos e memória imunológica, que, em seguida, irão conferir proteção se ocorrer a exposição à infeção real. Esta imunidade pode ser mantida durante anos, décadas ou mesmo a vida inteira após a vacinação.

As vacinas continuam a ajudar a salvar milhões de vidas a cada ano e a reduzir consequências negativas para a saúde de grande parte da população mundial, incluindo na Europa.

O processo de produção de vacinas é complexo e usa microrganismos vivos e isso implica que a produção de uma vacina eficaz e bem tolerada possa demorar cerca de dois anos.

A MSD apoia as recomendações da UE e da OMS e os objetivos da agenda 2020 que reconhecem a vacinação como um instrumento para a Saúde Pública. As nossas vacinas são desenvolvidas com uma visão e compromisso com a saúde ao longo da vida para com indivíduos de todas as idades.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, as doenças infecciosas evitáveis pela vacinação ainda representam uma ameaça significativa na Europa, onde nos últimos anos têm ocorrido vários surtos de doenças preveníveis pela vacinação. Só em 2013, foram reportados 31.685 casos de sarampo e 39.367 casos de rubéola4.

Embora em termos globais a cobertura vacinal na região europeia seja elevada, grandes grupos populacionais ainda permanecem desprotegidos. Dos 11,2 milhões de crianças nascidas na Europa em 2012, cerca de 554.150 ainda não tinham recebido a série completa de três doses de vacina contra a difteria, tosse convulsa e tétano ao ano de idade3.

Em vez de tratar as pessoas depois de adoecerem, a vacinologia procura estratégias para proteger a saúde das pessoas e prevenir as doenças, estimulando o sistema imunitário. Esta abordagem está, cada vez mais, a conduzir o futuro da investigação biomédica, em geral, de modo que as vacinas estão bem posicionadas para serem precursoras de um novo tipo de medicina mais eficaz, mais preventiva e mais direccionada. E essa abordagem alinha-se bem com as novas tendências políticas e sociais que favorecem a prevenção de doenças e a gestão da saúde em vez de procurar apenas novos tratamentos.

Além das doenças infecciosas, os investigadores também estão a usar a tecnologia das vacinas na obtenção de melhor prevenção entre populações mais direccionadas. Um dia poderá vir a ser possível estimular o sistema imunitário para controlar ou mesmo parar a propagação de mutações oncológicas, deterioração da Doença de Alzheimer e muito mais.

A MSD continua com o seu compromisso de encontrar soluções para doenças que afetam pessoas de todas as idades em todo o Mundo. A MSD Vacinas está na vanguarda do desenvolvimento de soluções inovadoras para ajudar a prevenir doenças globalmente.

Hoje, estamos a desenvolver vacinas contra novas infecções, a melhorar as vacinas já existentes e a explorar maneiras de tornar as nossas vacinas ainda melhor aceites – por exemplo, maximizando o número de vacinas numa única injeção.

HPV
O cancro do colo do útero é o segundo cancro mais comum entre as mulheres europeias com idade compreendidas entre 15-44, logo a seguir ao cancro da mama5. A presença do HPV está comprovada na maioria dos casos de cancro do colo do útero e em vários outros tipos de cancro anogenital, como o cancro da vulva, vagina e ânus. A vacinação em adolescentes, seguida do rastreio regular, é recomendada pela Organização Mundial de Saúde e pela União Europeia6.

Doença Pneumocócica
A doença pneumocócica (DP) é uma causa frequente de morbidade e mortalidade em todo o Mundo7. A carga da doença é particularmente elevada entre a população com idade igual ou superior a 65 anos e em pessoas com condições crónicas independentemente da idade, como doenças cardíacas crónicas, doenças respiratórias cónicas e diabetes8. Em 2005, a Organização Mundial de Saúde (OMS) estimou que, anualmente, ocorram 1,6 milhões de mortes causadas pelo pneumococo em todo o mundo.
O risco de desenvolver DP aumenta com a idade9,10. A DP é causada por uma bactéria chamada Streptococcus pneumoniae, também conhecida como pneumococo.

Herpes Zoster
O Herpes Zoster (também conhecido como zona) é uma doença frequente e debilitante causada pela reativação do vírus varicela-zoster (o mesmo que provoca a varicela), que permanece dormente no organismo durante anos, podendo ser reativado em idades mais avançadas. Aproximadamente 1 em cada 4 pessoas irá ter Zona durante a sua vida. A principal complicação é a dor de longa duração, a nevralgia pós-herpética.

Rotavírus
O rotavírus é um vírus extremamente contagioso e uma das principais causas de gastroenterite aguda grave em bebés e crianças em todo o mundo. Praticamente todas as crianças até à idade dos 5 anos serão infectadas, por vezes mais de uma vez11.
Semelhante à gripe, existem diferentes serotipos ou estirpes de rotavírus. Os serotipos variam de ano para ano, e mais de um serotipo pode circular simultaneamente numa dada região do mundo, podendo por isso ser difícil prever o serotipo que irá infectar uma criança12.

Varicela
A varicela é uma doença infecciosa causada pelo vírus varicela zoster (VVZ), que é muito contagioso. O quadro clínico inclui erupção cutânea com vesículas contendo líquido no interior, prurido, cansaço e febre13. A varicela é uma doença frequente em crianças, mas quem não teve varicela em criança pode ter contacto com o vírus em adulto14. Em climas temperados, a varicela ocorre durante o inverno e a primavera, com a maior incidência da doença em menores de 10 anos de idade15.

Hepatite A
A hepatite A é uma doença hepática causada pelo vírus da hepatite A (VHA) que afeta indivíduos de todas as idades16. Globalmente, estima-se que ocorram 1,5 milhões de novos casos clínicos de hepatite A todos os anos, mas a taxa de infeção é provavelmente dez vezes superior17. O vírus da hepatite A transmite-se através da via fecal-oral, como por exemplo:
– alimentos ou água contaminada com as fezes de uma pessoa infetada
– Má higiene pessoal (por exemplo, não lavar as mãos)
– Contacto físico próximo, incluindo relações sexuais, com pessoa infetada.

Sarampo
O sarampo é uma infeção viral extremamente contagiosa e mas frequente em crianças. A sintomatologia é caracterizada por febre, tosse, conjuntivite, manchas e erupção cutânea. As complicações comuns do sarampo são a otite média, pneumonia, diarreia, complicações mais raras incluem encefalite, panencefalite esclerosante subaguda e, por vezes, mesmo a morte.
Apesar de, graças à vacinação18, ter havido uma redução de 75% das mortes globais por sarampo entre 2000-2013, de acordo com o Plano de Ação Europeu para a Vacinação 2015-2020, só em 2013, os Estados-Membros da UE reportaram 31.685 casos de sarampo19.

Papeira
A papeira é uma doença contagiosa causada por um vírus20. A sintomatologia começa, geralmente, com alguns dias de febre, dores de cabeça, dores musculares, cansaço e perda de apetite, seguido do aumento das glândulas salivares. Os surtos de papeira ocorrem geralmente em locais onde as pessoas tiveram contacto prolongado e próximo com uma pessoa infetada, como frequentar a mesma turma na escola, jogar na mesma equipa desportiva ou viver na mesma casa.

Rubéola
A rubéola é uma infeção viral contagiosa, geralmente benigna, que ocorre mais frequentemente em crianças e jovens adultos. Embora a doença seja geralmente ligeira em crianças, tem sérias consequências em mulheres grávidas, podendo causar morte fetal ou defeitos congénitos conhecidos como síndrome de rubéola congénita (SRC). Em todo o mundo, todos os anos mais de 100.000 bebés nascem com SRC21. O vírus da rubéola é transmitido por gotículas presentes no ar quando as pessoas infetadas espirram ou tossem. O ser humano é o único hospedeiro conhecido.

 

 

Referências

1 Vaccines Europe – The vaccine industry in figures, www.vaccineseurope.eu/about-vaccines-europe/vaccines-europe-in-figures/ last accessed November 2016
2 WHO, UNICEF, World Bank. State of the World’s Vaccines and Immunization, 3rd ed. Geneva, World Health Organization; 2009. http://who.int/immunization/sowvi/en/ last accessed November 2016
3 World Health Organization. Immunization Coverage. April 2013; Fact Sheet 378. http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs378/en last accessed November 2016.
4 Why must Member States continue to invest in immunization? 10 Year Anniversary. European Immunization Week. http://www.euro.who.int/__data/assets/pdf_file/0009/272808/EIW-2015_whyImmunize.pdf?ua=1 last accessed November 2016
5 European Commission – Cervical cancer – role of vaccines against human papilloma virus (HPV), http://ec.europa.eu/health/sexual_health/hpv/ last accessed November 2016
6 European Commission: Sexually Transmitted Diseases, Human Papilloma Virus – http://ec.europa.eu/health/sexual_health/hpv last accessed November 2016
7 Pneumococcal disease. World Health Organization. http://www.who.int/ith/diseases/pneumococcal/en/ last accessed November 2016
8 PNEUMOVAX™ 23 (pneumococcal vaccine, polyvalent, MSD) WORLDWIDE PRODUCT LABELING. 2013.
9 Pneumococcal disease. World Health Organization. http://www.who.int/ith/diseases/pneumococcal/en/ last accessed November 2016
10 Ludwig E. The remaining challenges of pneumococcal disease in adults. Eur Respir Rev 2012; 21: 123, 57–65
11 http://sites.path.org/rotavirusvaccine/rotavirus-advocacy-and-communications-toolkit/rotavirus-faq/#at_risk last accessed November 2016
12 Summary report for the SAGE meeting of October 2016. http://www.who.int/immunization/sage/en last accessed November 2016
13 Chicken pox (Varicella). Centers for Disease Control and Prevention. http://www.cdc.gov/chickenpox/index.html last accessed November 2016
14 Chicken pox (Varicella). Signs and Symptoms. Centers for Disease Control and Prevention. http://www.cdc.gov/chickenpox/about/symptoms.html last accessed November 2016
15 Munawwar A, Singh S. Human herpesviruses as copathogens of HIV infection, Their role in HIV transmission, and disease progression. Journal of Laboratory Physicians. 2016:8; Issue 1;5-18.
16 Hepatitis A Fact Sheet. WHO July 2016. http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs328/en/ last accessed November 2016
17 Franco E et al. Hepatitis B: Epidemiology and prevention in developing countries. World Journal of Hepatology. 2012 Mar 27; 4(3): 74–80.
18 WHO – Measles Fact sheet N°286 – http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs286/en/ last accessed November 2016
19 WHO – European Vaccine – Action Plan 2015–2020 – http://www.euro.who.int/en/health-topics/disease-prevention/vaccines-and-immunization/publications/2014/european-vaccine-action-plan-20152020-2014 last accessed November 2016
20 http://www.who.int/immunization/monitoring_surveillance/burden/vpd/surveillance_type/passive/mumps/en/ last accessed November 2016
21 Rubella Fact Sheet. WHO March 2016. http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs367/en/ last accessed November 2016.