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O Nosso Trabalho nas Vacinas

UMA HISTÓRIA DE SAÚDE PÚBLICA

As vacinas são uma das maiores histórias de sucesso de saúde pública na história, e a MSD desempenhou o seu papel nesta conquista.

AS VACINAS SÃO VITAIS NO COMBATE MUNDIAL CONTRA A DOENÇA

Há mais de um século que os nossos cientistas têm sido responsáveis pela descoberta de vacinas que transformaram a saúde pública. A MSD tem vindo a trabalhar para descobrir e desenvolver vacinas há mais de um século. Começando pelo Dr. Maurice Hilleman, que desenvolveu mais de 40 vacinas para pessoas e animais ao longo da sua carreira. Esse legado continua hoje em dia com os nossos investigadores dedicados.

Estamos empenhados na tarefa complexa de desenvolver e produzir vacinas de acordo com um legado de prevenção em crianças, adolescentes e adultos.

Uma senhora cientista de costas num laboratório
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Complexidade da produção das Vacinas

pormenores de seringas
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Como funcionam as vacinas?

Alexandra Brandão, Medical Advisor Vacinas

“Na MSD Vacinas trabalhamos para honrar o legado único do Dr. Maurice Hilleman, que ao longo da sua carreira na Merck Sharp e Dohme desenvolveu mais de 40 vacinas, e que nos inspira diariamente no nosso propósito de ter um impacto positivo na vida das pessoas e no futuro das próximas gerações. Num mundo em constante mudança, com ameaças de epidemias e surtos, somos guiados pelo rigor, ética, criatividade e paixão pelas vacinas para desenvolver, produzir e tornar acessíveis vacinas que deem resposta a necessidades médicas da população e que ajudem a proteger o maior número de indivíduos de doenças evitáveis pela vacinação.”

Alexandra Brandão
Regional Director Medical Affairs Vacinas

PROTEÇÃO AO LONGO DA VIDA

imagem gráfica que representa o crescimento humano: bebé, criança, jovem, adulto

UM BOM COMEÇO

As vacinas proporcionam aos bebés e crianças o melhor começo das suas vidas, com proteção contra o sarampo, papeira, rubéola, varicela, hepatite B e gastroenterite pediátrica a rotavírus.

A CAMINHO DA IDADE ADULTA

É possível prevenir doenças crónicas e potencialmente fatais tais como os cancros associados ao HPV ou cancros relacionados com os vírus da hepatite na idade adulta, através de uma maior cobertura na vacinação dos adolescentes e jovens adultos.

IMUNIZAÇÃO AO LONGO DA VIDA

Com o aumento da esperança média de vida, a vacinação desempenha um papel essencial, tanto para um envelhecimento mais saudável e com maior qualidade de vida, como na gestão, a longo prazo, dos custos associados ao sistema de saúde.

A MSD tem um vasto portefólio de vacinas que ajudam a prevenir doenças na infância, na adolescência e na idade adulta, e que contribuem para a prevenção de doenças ao longo de toda a vida do indivíduo

Recomendações - Programa Nacional de Vacinação4

Nascimento

Hepatite B

2 meses

  • Hepatite B
  • Poliomielite
  • Haemophilus influenzae b
  • Difteria, tétano, tosse convulsa

Streptococcus pneumoniae

Neisseria meningitidis B (a)

4 meses

  • Haemophilus influenzae b
  • Difteria, tétano, tosse convulsa
  • Poliomielite

Streptococcus pneumoniae

Neisseria meningitidis B (a)

6 meses

  • Hepatite B
  • Haemophilus influenzae b
  • Difteria, tétano, tosse convulsa

Poliomielite

12 meses

Streptococcus pneumoniae

Neisseria meningitidis B (a)

Neisseria meningitidis C (a)

Sarampo, Parotidite epidérmica, rubéola

 

18 meses

  • Haemophilus influenzae b
  • Difteria, tétano, tosse convulsa
  • Poliomielite

5 anos

  • Difteria, tétano, tosse convulsa
  • Poliomielite

Sarampo, Parotidite epidérmica, rubéola

10 anos

Vírus do Papiloma Humano (b)

Tétano e difteria (d)

25 anos

Tétano, difteria e tosse convulsa (c): grávidas

Tétano e difteria (d)

45 anos

Tétano, difteria e tosse convulsa (c): grávidas

Tétano e difteria (d)

65 anos

Tétano e difteria (d)

De 10 em 10 anos

Tétano e difteria (d)

Hepatite B

Nascimento

2 meses

6 meses

Haemophilus influenzae b

2 meses

4 meses

6 meses

18 meses

 

Difteria, Tétano, Tosse Convulsa

2 meses

4 meses

6 meses

18 meses

5 anos

 

Poliomielite

2 meses

4 meses

6 meses

18 meses

5 anos

 

Streptococcus pneumoniae

2 meses

4 meses

12 meses

 

Neisseria meningitidis B (a)

2 meses

4 meses

12 meses

 

Sarampo, Parotidite Epidérmica, Rubéola

12 meses

4 anos

Vírus Papiloma humano (b)

10 anos

 

Tétano, Difteria e Tosse Convulsa (c)

25 anos (grávida)

45 anos (grávida)

 

Tétano e Difteria (d)

10 anos

25 anos

45 anos

65 anos

De 10 em 10 anos

 

a) MenB - Aplicável aos nascidos ≥2019.
b) HPV - Aplicável também ao sexo masculino, aos nascidos ≥2009. Esquema 0, 6 meses.
c) Tdpa - Aplicável apenas a grávidas. Uma dose em cada gravidez.
d) Td - De acordo com a idade, devem ser aplicados os intervalos recomendados entre doses, tendo como referência a data de administração da dose anterior. A partir dos 65 anos, recomenda-se a vacinação se a última dose de Td tiver ocorrido há ≥10 anos; as doses seguintes são administradas de 10 em 10 anos.

Gastroenterite pediátrica a rotavírus

Doença na infância

O que é o rotavírus?

O rotavírus pertence a uma família de vírus com a forma de roda e é a causa mais frequente de diarreia aguda e vómitos em bebés e crianças pequenas. A infeção a rotavírus é mais prevalente entre os 6 meses e os 2 anos.

 

Existe apenas um tipo de rotavírus?

Existem diversas estirpes diferentes de rotavírus que circulam simultaneamente, sendo 6 destas estirpes responsáveis pela maioria de casos de gastroenterite a rotavírus, na Europa.

 

Onde se encontra o rotavírus?

O rotavírus é resistente à maioria dos sabonetes e desinfetantes e pode ser transmitido a partir de brinquedos, chuchas, rocas, muda fraldas, e outros objetos contaminados. A epidemia a rotavírus tem o seu pico nos meses de Inverno, em simultâneo com outras infeções virais, como a bronquiolite e a gripe.

 

Porque é preocupante a infeção a rotavírus?

O curso da doença é imprevisível e o quadro clínico (diarreia e vómitos) pode agravar rapidamente. Crianças pequenas (< 2 anos), podem perder líquidos muito rapidamente e ficar desidratadas. A desidratação aguda e grave pode colocar em risco a vida de um bebé. A reidratação oral com soluções é difícil de efetuar em casa e por vezes é necessário avançar para uma reidratação intravenosa e hospitalização de emergência.

Conheça mais no artigo: 10 perguntas e respostas sobre a gastroenterite a rotavírus


Varicela

Doença na infância

O que é a varicela?

A varicela é uma doença pediátrica muito frequente e muito contagiosa causada por um vírus designado Vírus Varicela Zoster. A infeção primária por este vírus, normalmente na infância, manifesta-se como varicela. Contudo, o Vírus Varicela Zoster tem a capacidade de ficar latente (adormecido) em determinados locais do sistema nervoso periférico. Anos mais tarde, o vírus pode ser reativado (em resposta a um enfraquecimento natural das defesas) e surge uma doença distinta designada por herpes-zoster, mais conhecida como zona. A varicela atinge sobretudo as crianças com um pico no grupo etário entre os 2 e os 8 anos, sendo rara entre adolescentes e adultos. Os bebés até aos 6 meses estão protegidos caso a mãe tenha tido varicela.

 

De que forma é transmitido o vírus da varicela?

O vírus é transmitido por secreções respiratórias (quando um doente tosse, espirra ou fala) ou por contacto direto com o líquido contido no interior das vesículas. Um doente com varicela é contagioso 1 a 2 dias antes do início da erupção cutânea até todas as lesões se encontrarem em fase de crosta (cerca de 1 semana).

 

Quais são os sintomas aos quais devemos estar atentos?

Os sintomas típicos da varicela surgem cerca de 15 dias após o contacto com o vírus, o que corresponde ao período de incubação da doença, e incluem: erupção cutânea típica, febre; mal-estar geral, dor de cabeça, entre outros sintomas que, sendo raros em crianças, podem estar presentes em adolescentes e adultos.

 

Potenciais complicações?

A varicela é geralmente uma doença sem gravidade, embora por vezes se possa complicar em certos casos específicos. As principais complicações da varicela são: infeções cutâneas (que resultam do ato de coçar) e pneumonia). Muito raramente poderão surgir complicações afetando o sistema nervoso ou outros órgãos. As complicações atingem sobretudo as crianças imunocomprometidas, adolescentes, adultos e grávidas, mas a maioria dos casos ocorre em crianças previamente saudáveis.

 


A infeção pelo vírus da hepatite A

Doença na infância

O que é a hepatite A?

A hepatite A é uma infeção aguda, provocada pelo vírus da hepatite A (VHA), que afeta as células do fígado.

 

De que forma é transmitido o vírus da hepatite A?

O principal modo de transmissão é por via fecal-oral através da ingestão de alimentos ou água contaminados (pode ocorrer em pessoas que viajam para zonas endémicas), ou por contacto próximo interpessoal com pessoas infetadas.

 

Quais são os sintomas aos quais devemos estar atentos?

A infeção por VHA pode ser assintomática, subclínica ou provocar um quadro agudo, quase sempre autolimitado, associado a febre, mal-estar, icterícia, colúria, astenia, anorexia, náuseas, vómitos e dor abdominal.

 

Potenciais complicações?

A frequência e gravidade de sinais e sintomas depende, em regra, da idade do doente. A infeção só é sintomática em 30% dos casos com idade inferior a 6 anos. Em crianças mais velhas e nos adultos a infeção provoca, em regra, doença clínica (hepatite aguda) em mais de 70% dos casos.

 


Sarampo

Doença na infância

O que é e como se transmite?

O sarampo é uma doença provocada por um vírus que se transmite muito facilmente, pessoa a pessoa através do espirro, da tosse e de contactos pessoais íntimos e que é muito contagiosa.

 

Quais são os sintomas?

Os sintomas iniciais são febre e mal-estar, seguido de corrimento nasal, conjuntivite e tosse. De seguida, podem surgir pontos brancos no interior da bochecha, cerca de 1 a 2 dias antes do aparecimento da erupção cutânea, que se iniciam na face e que depois se espalha para o tronco e para os membros, acompanhada de febre alta e estado de extremo cansaço físico e psíquico.

 

Potenciais complicações?

As complicações incluem diarreia com desidratação, infeção nos ouvidos, pneumonia (a principal causa de morte nestes doentes) e encefalite, que pode provocar lesão permanente do cérebro.

 


Papeira

Doença na infância

O que é?

A papeira é uma doença transmissível, viral e aguda da infância que provoca inchaço de uma ou de ambas as glândulas parótidas. Estas são glândulas da salivação que se encontram na zona da mandíbula, abaixo de cada ouvido.

 

Quais são os sintomas?

Os sintomas iniciais da papeira são dor de cabeça, perda de apetite, mal-estar e febre. Os picos de inchaço surgem aproximadamente no segundo dia e nos últimos 5 a 7 dias.

 

Como se transmite?

A papeira transmite-se de pessoa para pessoa através da tosse, dos espirros e da saliva, bem como pelo contacto com objetos e superfícies contaminadas. A papeira é contagiosa durante um período de 48 horas antes e 6 a 9 dias depois do início dos sintomas da doença.

 


Rubéola

Doença na infância

O que é?

A rubéola é uma doença transmissível, causada pelo vírus da rubéola, sendo caracterizada por erupções vermelhas na pele. É uma infeção viral contagiosa.

 

Quais são os sintomas?

Cerca de 50 a 75% das infeções apresentam erupções na pele: rosa pálido, lisas e regulares de distribuição rápida (24 a 48h), iniciando-se na face, passando para o pescoço, tronco e extremidades que desaparecem pelo 3º dia, geralmente sem descamação. Aparecem gânglios palpáveis e dolorosos na zona posterior da cabeça e nuca, e que podem surgir antes das erupções na pele. A febre baixa é outro sintoma comum. Além disso, existem sintomas complementares como dor de cabeça, mal-estar, conjuntivite ligeira, inflamação e corrimento nasal, dor articular, falta de apetite, dor a engolir, e tosse.

 

Como se transmite?

A rubéola transmite-se por contacto com secreções nasofaríngeas por dispersão de gotículas de pessoas infetadas ou por contacto direto com uma pessoa infetada com o vírus. O período de contágio varia entre uma semana antes e vai até 5 a 7 dias após o aparecimento das erupções na pele.

 


Varicela

Doença na adolescência

O que é a varicela?

A varicela é uma doença pediátrica muito frequente e muito contagiosa causada por um vírus designado Vírus Varicela Zoster. A infeção primária por este vírus, normalmente na infância, manifesta-se como varicela. Contudo, o Vírus Varicela Zoster tem a capacidade de ficar latente (adormecido) em determinados locais do sistema nervoso periférico. Anos mais tarde, o vírus pode ser reativado (em resposta a um enfraquecimento natural das defesas) e surge uma doença distinta designada por herpes-zoster, mais conhecida como zona. A varicela atinge sobretudo as crianças com um pico no grupo etário entre os 2 e os 8 anos, sendo rara entre adolescentes e adultos. Os bebés até aos 6 meses estão protegidos caso a mãe tenha tido varicela.

 

De que forma é transmitido o vírus da varicela?

O vírus é transmitido por secreções respiratórias (quando um doente tosse, espirra ou fala) ou por contacto direto com o líquido contido no interior das vesículas. Um doente com varicela é contagioso 1 a 2 dias antes do início da erupção cutânea até todas as lesões se encontrarem em fase de crosta (cerca de 1 semana).

 

Quais são os sintomas aos quais devemos estar atentos?

Os sintomas típicos da varicela surgem cerca de 15 dias após o contacto com o vírus, o que corresponde ao período de incubação da doença, e incluem: erupção cutânea típica, febre; mal-estar geral, dor de cabeça, entre outros sintomas que, sendo raros em crianças, podem estar presentes em adolescentes e adultos.

 

Potenciais complicações?

A varicela é geralmente uma doença sem gravidade, embora por vezes se possa complicar em certos casos específicos. As principais complicações da varicela são: infeções cutâneas (que resultam do ato de coçar) e pneumonia). Muito raramente poderão surgir complicações afetando o sistema nervoso ou outros órgãos. As complicações atingem sobretudo as crianças imunocomprometidas, adolescentes, adultos e grávidas, mas a maioria dos casos ocorre em crianças previamente saudáveis.

 


A infeção pelo vírus da hepatite A

Doença na adolescência

O que é a hepatite A?

A hepatite A é uma infeção aguda, provocada pelo vírus da hepatite A (VHA), que afeta as células do fígado.

 

De que forma é transmitido o vírus da hepatite A?

O principal modo de transmissão é por via fecal-oral através da ingestão de alimentos ou água contaminados (pode ocorrer em pessoas que viajam para zonas endémicas), ou por contacto próximo interpessoal com pessoas infetadas.

 

Quais são os sintomas aos quais devemos estar atentos?

A infeção por VHA pode ser assintomática, subclínica ou provocar um quadro agudo, quase sempre autolimitado, associado a febre, mal-estar, icterícia, colúria, astenia, anorexia, náuseas, vómitos e dor abdominal.

 

Potenciais complicações?

A frequência e gravidade de sinais e sintomas depende, em regra, da idade do doente. A infeção só é sintomática em 30% dos casos com idade inferior a 6 anos. Em crianças mais velhas e nos adultos a infeção provoca, em regra, doença clínica (hepatite aguda) em mais de 70% dos casos.

 


HPV (Papilomavírus Humano)

Doença na adolescência

O que é?

O vírus do papiloma humano (HPV) um vírus muito frequente e contagioso e é responsável por um elevado número de infeções que, na maioria, das vezes não apresentam sintomas e são de regressão espontânea.

 

Quais são os sintomas?

O HPV provoca frequentemente uma infeção silenciosa em que muitos dos infetados não têm sintomas nem sinais óbvios. Por vezes as verrugas estão presentes, mas não são visíveis por se encontrarem numa parte interna do corpo ou por serem muito pequenas.

 

Que tipos de cancro podem ser causados pela infeção por HPV?

100% dos cancros do colo do útero 99% dos condilomas ou verrugas genitais 84% dos cancros do ânus 70% dos cancros da vagina 47% dos cancros do pénis 40% dos cancros da vulva 35.6% dos cancros da orofaringe.

 


A infeção pelo vírus da hepatite A

Doença na idade adulta

O que é a hepatite A?

A hepatite A é uma infeção aguda, provocada pelo vírus da hepatite A (VHA), que afeta as células do fígado.

 

De que forma é transmitido o vírus da hepatite A?

O principal modo de transmissão é por via fecal-oral através da ingestão de alimentos ou água contaminados (pode ocorrer em pessoas que viajam para zonas endémicas), ou por contacto próximo interpessoal com pessoas infetadas.

 

Quais são os sintomas aos quais devemos estar atentos?

A infeção por VHA pode ser assintomática, subclínica ou provocar um quadro agudo, quase sempre autolimitado, associado a febre, mal-estar, icterícia, colúria, astenia, anorexia, náuseas, vómitos e dor abdominal.

 

Potenciais complicações?

A frequência e gravidade de sinais e sintomas depende, em regra, da idade do doente. A infeção só é sintomática em 30% dos casos com idade inferior a 6 anos. Em crianças mais velhas e nos adultos a infeção provoca, em regra, doença clínica (hepatite aguda) em mais de 70% dos casos.

 


HPV (Papilomavírus Humano)

Doença na idade adulta

O que é?

O vírus do papiloma humano (HPV) um vírus muito frequente e contagioso e é responsável por um elevado número de infeções que, na maioria, das vezes não apresentam sintomas e são de regressão espontânea.

 

Quais são os sintomas?

O HPV provoca frequentemente uma infeção silenciosa em que muitos dos infetados não têm sintomas nem sinais óbvios. Por vezes as verrugas estão presentes, mas não são visíveis por se encontrarem numa parte interna do corpo ou por serem muito pequenas.

 

Que tipos de cancro podem ser causados pela infeção por HPV?

100% dos cancros do colo do útero 99% dos condilomas ou verrugas genitais 84% dos cancros do ânus 70% dos cancros da vagina 47% dos cancros do pénis 40% dos cancros da vulva 35.6% dos cancros da orofaringe.

 


Zona (herpes zoster)

Doença na idade adulta

O que é?

Conjunto de lesões na pele (vesículas) acompanhadas de dor intensa e localizadas apenas num dos lados do corpo. O local mais frequente é o tronco. É uma doença viral causada pela reativação do mesmo vírus que provoca a varicela. Após a varicela (habitualmente na infância), o vírus permanece adormecido no nosso corpo. À medida que vamos envelhecendo, o nosso sistema imunitário vai enfraquecendo, tornando mais difícil manter o vírus adormecido. Por isso o risco de ter Herpes Zoster aumenta com a idade.

 

Quais são os sintomas?

Os sintomas começam com dor intensa e alguns dias depois aparecem manchas vermelhas, que evoluem para vesículas e posteriormente crostas. As vesículas (bolhas) aparecem sobre uma área vermelha numa espécie de faixa. Poderá existir ainda uma sensação de calor, comichão (menos relevante do que a varicela), hipo ou hipersensibilidade cutânea, dormência ou formigueiro nas zonas afetadas, febre e calafrios, dor de cabeça, e dor e desconforto abdominal.

 

Potenciais complicações?

As lesões cicatrizam ao fim de 1 mês e geralmente a dor desaparece. Algumas pessoas mantêm dor intensa por muito tempo. Este tipo de dor neuropática (nevralgia pós-herpética) pode durar meses ou mesmo anos e tem grande impacto na qualidade de vida. Quando afeta o olho pode causar complicações oftálmicas, incluindo cegueira.

 


Doença Pneumocócica

Doença na idade adulta

O que é?

A doença pneumocócica é causada pelo pneumococo, uma bactéria muito frequente. Inclui um grupo de doenças que variam em termos de gravidade (otite, sinusite, pneumonia, septicemia e meningite).

 

Como aparece?

Muitas pessoas podem ser portadoras da bactéria (na nasofaringe) sem ter doença. A doença manifesta-se quando a bactéria atinge os pulmões, ouvidos, sangue, coração, meninges, etc.

 

Fatores de risco?

Idade (65 anos), imunodeficiência, infeção VIH, doenças do sangue, não ter baço, entre outras.

 

Potenciais complicações?

Infeções respiratórias como otite média aguda, sinusite e pneumonia. No caso infeções invasivas de maior gravidade, podem surgir complicações como a bacteriémia, septicemia, meningite, artrite, osteomielite e endocardite.

 


O NOSSO TRABALHO CONTINUA

Conseguiram-se importantes avanços científicos no passado. Hoje, continua-se a trabalhar para alcançar grande feitos no futuro. A MSD permanece empenhada em ajudar a descobrir soluções para doenças que afetam pessoas de todas as idades em todo o mundo.

A MSD orgulha-se de fazer parte de colaborações sem precedentes para ajudar na luta contra o ébola. Através das quais, mantemos a tradição de trabalhar na investigação de vacinas para doenças infeciosas emergentes.